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Wagner Borges: Amor e consciência - transbordamento de luz...



(Pegando Carona com a Companhia do Amor - e Transbordando...)

Os sentimentos verdadeiros são transbordantes...
E é por isso que ver ou sentir o Ser amado faz o coração virar sol.
Então, o Amor faz a alegria acontecer.
E a Luz transborda...
Ah, quem ama, sabe disso!

* * *

Quando o ego das pessoas é maior do que o Amor entre elas, o resultado é um só: tristeza.

* * *

Algumas pessoas não se permitem ser felizes. Por isso, mesmo diante de um Grande Amor, elas criam algum atrito, justamente para sabotar sua própria felicidade.
Matam seus sentimentos no nascedouro e abafam o coração.
Engraçado. Elas aguentam a dor de se bloquear e suportam o sofrimento de anular o Amor. Porém, não são capazes de aguentar um sentimento profundo fazendo-as felizes. Fogem do Amor - e abraçam a dor da anulação de si mesmas.
E muitas pessoas vêm fazendo isso há muito tempo...

* * *

O ódio é a ferrugem que corrói o coração do homem.
Mesmo assim, muitas pessoas vivem movidas por sentimentos negativos...
E quando alguém fala de Amor, elas se sentem ofendidas.
Porque, para elas, odiar é o seu estado normal, e não conseguem imaginar a vida sem isso... Sim, para elas o ódio é normal - e a Luz é uma quimera.

* * *

Quando o Amor encontra o amor, quem entende?
O que se sente - e não se explica.
A Luz na Luz - de Alma para Alma.
Ah, só o Todo é que sabe...

* * *

Saudade não tem idade - e o Amor é sempre uma surpresa!
E quem é que poderá formatá-lo - ou ensinar a alguém o que fazer a respeito?

* * *

O Amor é! E só ele é que sabe o que é.
E quem ama, não tem como explicar isso.
Porque, se explicar, não é Amor (pois sabe que não há palavras que definam aquilo que se sente).

* * *

Ah, o Amor é o Amor!
E mais não sei dizer.

P.S.:
Comecei a escrever essas linhas no aeroporto de Curitiba, enquanto aguardava o horário de embarque para São Paulo. Depois, completei-as no próprio avião. E isso foi porque vi um dos espíritos da Companhia do Amor*. E ele estava cheio daquele Amor que não se explica... Então, inspirado pelos sentimentos dele, escrevi o que senti em meu coração. Ou seja, a atmosfera espiritual era dele - e eu revesti a mesma com minhas próprias palavras. Aliás, segundo ele, escrever sobre o Amor é uma das formas de iluminar a consciência e passar coisas boas para outras pessoas.
E esses escritos não estão destinados a alguma pessoa específica e nem têm motivação pessoal minha de qualquer espécie. Porque, para falar de Amor, basta ter coração aberto e coragem de sentir - e transbordar...
Ao Amor, basta o Amor! E isso é consciência.
Ah, quem ama, sabe... É só o Amor que nos leva**.

(Dedicado aos corações que têm a coragem de transbordar...)

Paz e Luz.

- Wagner Borges - sujeito com qualidades e defeitos, 51 anos de "encadernação", espiritualista consciente e responsável, com coragem de dizer que o Amor é muito maior do que o amante e o amado - porque é estado de consciência.
São Paulo, 14 de outubro de 2012.

- Notas:
* A Companhia do Amor é um grupo de cronistas, poetas e escritores brasileiros desencarnados que me passam textos e mensagens espirituais há vários anos. Em sua grande maioria, são poetas e muito bem humorados. Segundo eles, os seus escritos são para mostrar que os espíritos não são nuvenzinhas ou luzinhas piscando em um plano espiritual inefável. Eles querem mostrar que continuam sendo pessoas comuns, apenas vivendo em outros planos, sem carregar o corpo denso. Querem que as pessoas encarnadas saibam que não existe apenas vida após a morte, mas, também, muita alegria e amor. Os seus textos são simples e diretos, buscando o coração do leitor. 
Para mais detalhes sobre o trabalho dessa turma maravilhosa, ver os livros "Companhia do Amor - A Turma dos Poetas em Flor - Volumes 1 e 2" - Edição independente - Wagner Borges -, e sua coluna no site do IPPB (que é uma das seções mais visitadas no site): www.ippb.org.br.   
** Enquanto eu escrevia essas linhas, rolava aqui no som o CD "October Road", do bardo americano James Taylor. Trata-se de um trabalho lançado no ano de 2002. Na verdade, é um disco regular e nem se compara aos seus grandes trabalhos das décadas de 1970/1980. No entanto, eu gosto muito de cinco músicas desse CD: September Grass, Belfast to Boston, My travelling Star, Carry Me On My Way e Caroline I See You (respectivamente, faixas 1, 5, 7, 9 e 10).
E eu fiquei ouvindo essas canções, simples e singelas, e repetindo-as várias vezes, enquanto escrevia. Então, elas são a trilha sonora desses escritos.
(E que o Grande Arquiteto Do Universo abençoe ao bom e velho James Taylor, por me embalar em suas canções há tantos anos).

Para ver vídeos e ouvir áudios do Wagner Borges, acesse:
Canal Sol do Everest - www.youtube.com/soldoeverest 

Acesse o site do I.P.P.B (Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas): www.ippb.org.br

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