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Dalton Campos Roque - O denso e o sutil


Há algumas pessoas que perdem a medida das coisas. Nada mais natural numa sociedade inculta, de baixos valores e futilidades doentias. Levando para o meio espiritualista, há uma série de questões e opções que "alimentam" o indivíduo, mantendo sua densidade ou sutileza em cada caso. Sabe-se que quanto mais denso, pior.
Você é aquilo que você "alimenta". Quando digo alimenta, estou sendo mais amplo que você imagina. Tudo que você vivencia no dia a dia é seu alimento. Alimento, não é apenas o que você come, mas é o que ouve, cheira, pensa, veste, convive, fala e pratica. Este alimento designa seu modus vivendi.
O alimento mais importante de todos é o seu pensamento. Todos nós temos um objetivo máximo na vida, e nosso desejo alimenta este pensamento, a força mais poderosa de todas. Fica incoerente o indivíduo, por exemplo, que não come carne vermelha por questões fisiológicas, bioenergéticas e kármicas, mas vive com pensamentos negativos, pessimismo, etc.
Este pensamentos tornam-se um padrão, ou seja, um pensamento constante ou holopensene pessoal característico que influi na aura, nas bioenergias pessoais, gerando formas pensamento (morfopensenes), que por sua vez influem a própria pessoa. Além disso, conforme sua qualidade, se positiva, atrai amparadores ou se nagativa, atrai obsessores.
Assim, este é o principal alimento do ser. É hora de se questionar: Quais são meus valores? O que permeia meus pensamentos a maior parte do tempo? O que move meus desejos? Etc.
Indo além disso, entram outras questões secundárias como: evitar carne vermelha, café, chocolate, fumo, celular, bebida alcóolica, alopatia, maus ambientes, etc. São questões comuns e bem conhecidas nos meios de espiritualistas bem informados. Vamos tentar abarcar uma visão de conjunto e ponderar uma ótica mais justa e lógica possível.
Vamos começar pelos vícios como cigarro, bebida ou outras drogas ilícitas, que quanto mais utilizadas, mais contribuem para o aumento da densidade espiritual do ser. Conclusivo, patente e indiscutível. É muito duro debater com algum néscio autocorrupto espiritualista, que gosta de seu cigarrinho e dá a terrível e impressionante desculpa: "Eu fumo para ficar com os pés no chão, senão fico voando". É mais justo e digno dizer e asumir:"Eu não largo porque não consigo e não quero". Esta atitude ridícula, justifica o fumante de craque, aplicador de heroína na veia, que também deseja ficar com os pés no chão para não voar.
Eliminando a segunda mais óbvia opção, vamos analisar o que bebemos e comemos. Sabe-se por questões fisiológicas e físico-químicas, há alimentos mais densos e de digestão mais difícil. Estes, aumentam a densidade dos chacras, do corpo bioenergético (holochacra ou duplo etérico), tornando a percepção extra-sensorial, a intuição e o parapsiquismo mais nublado.
A carne vermelha, principalmente o porco, o chocolate e o café, são bem conhecidos, quanto ao fato de densificarem o umbilicochacra ou chacra umbilical, ponto de vital importância, quanto as viagens astrais ou experiências fora do corpo de forma consciente.
É claro que existem casos verídicos que citam até mesmo ingestão de drogas ou bebida seguida de projeção lúcida, mas há outras variáveis intervenientes que vamos citar sem nos aprofundar.
Estes são fatos isolados, minoria, que se dão devido a paragenética do indivíduo. Temos a influência genética (o que herdamos de nossos ancestrais), a mesológica (influência do ambiente) e a principal e a mais forte, a paragenética. Esta contém a memória e aprendizado acumulando as habilidades, defeitos e talentos de todas as vidas passadas (reencarnações).
Portanto se o indivíduo é um grande projetor há muitas vidas, não é um chocolate, um cafezinho, um churrasco ou uma bebida que vão impedir suas projeções lúcidas.
No fechamento desta parte da idéia, concluímos e reafirmamos com convicção e segurança, que o que afirmamos anteriormente está correto.
Se você deseja se melhorar espiritualmente de forma geral, deve procurar se livrar aos poucos de todos os "alimentos" que o densificam. Você, que busca clarividência, projeção consciente, despertar do kundalini, intuições diversas, deve começar a praticar isto agora. É trabalho para muitas vidas e exige persistência. Não adianta violentar-se, pois o processo é lento e gradual.
Por coerência matemática, não adianta parar de usar o celular, por causa do malefício das microondas, e continuar comendo carne vermelha. Não adianta largar a carne vermelha e continuar tratando com alopatia, embora as vezes esta seja indispensável. Dentro de uma escala de densidades difícil de mensurar, não adianta largar algo mais sutil, enquanto continua-se a ingerir algo mais denso. É sadio usar o discernimento sem postura radical ou fanatismo.
Cada "alimento" de nossas vidas pode conter um lado denso e um lado sutil também. As vezes o benefício relativo que nos trás algo considerado pouco denso, pode ser ainda maior, do que abandoná-lo. É difícil constituir regras. Cada pessoa está imersa num contexto diferente e entre dois males, sacrifícios ou karmas, deve-se escolher o menor.
A música que você ouve, a roupa que veste, a tatuagem ou piercing que você usa, são seus alimentos. Estude a história centenária ou multimilenar dos mesmos e chegue as próprias conclusões, quanto a qualidade destes e descubra do que se alimenta. A vaidade satisfeita pode trazer um conforto efêmero sem que a pessoa com pouca ou nehuma sensibilidade psíquica e espiritual, perceba seu lado negativo.
Os pensamentos, atitudes e outros detalhes são mantras que utilizamos no dia a dia de forma inconsciente, evocando egrégoras sadias ou patológicas, conforme os fatos históricos, que constituiram aquele mantra. A oração é um mantra e evoca forças positivas, os palavrões são mantras e evocam forças negativas, até alguns gestos de paz ou de efeito vulgar, também o são.
Este assunto é polêmico, discutível e jamais trás consenso em qualquer meio espiritualista, pois os níveis de consciência, de discernimento e do ego são variados nesta época, neste planeta.
Eu escrevo o que vejo em minhas projeções e o que me expõem meus amigos espirituais, dentro e fora do corpo, dispondo de uma sensibilidade espiritual bem razoável para trabalhar as idéias, e procuro refinar meus princípios e minha cosmoética cada vez mais, assumindo meus defeitos, procurando melhorá-los e como sempre oferecendo a "cara a tapas".
Neste ponto do texto e de minha vida, é necessário eu deixar claro a você leitor, que justamente me questiona. Eu sou peão interdimensional, estou as ordens e a disposição dos bons espíritos e encarnados, que desejam praticar a assistência multidimensional das boas obras fraternas (consolação e/ou esclarecimento em alto nível).
Eu nasci para servir a humanidade e me curvo humilde diante de meu Orientador Evolutivo (Mentor Espiritual), com o qual trabalho ombro a ombro. Embora eu seja professor de informática há mais de 10 anos, eu conheço e amo muito mais a espiritualidade e por ela eu gero trabalho, assistência e conhecimento. Crio sites, palestras, cursos, livros, CDs e práticas bioenergéticas.
Tenho bagagem e conteúdo de sobra e me faço um agente autoconsciente e responsável de minhas tarefas espirituais e textos responsáveis. Não imponho as idéias que veiculo e nem faço religião em torno de alguma entidade que me assiste, me ajuda e me endossa, como o amigo Ramatis, sempre presente em nossas obras.
Ambos somos objetivos e desejamos menos conversa, teoria, louvor e mais trabalho.
Pondere sobre o que escrevemos e chegue a suas próprias conclusões. A vaidade é o defeito que mais nubla o discernimento consciencial humano.
Amor, Paz e LUz!
E trabalho, muito trabalho!
Texto anímico-mediúnico Dalton e Ramatis
------- Sobre as origens deste artigo -------
Eu andava observando os grupos de estudo Ramatisianos em Curitiba. Em pelo menos dois, observei algumas pessoas meio radicais, o que me motivou a não entrar nos grupos.
Com minha característica natural de análise "ruminante", eu fico "mascando" as ideias, as vezes, por longo tempo, sem me precipitar em concluí-las. Eu me deito com elas, peço ajuda aos amigos espirituais, solicito projeções esclerecedoras por várias noites, até que sinta a idéia em bloco, concluída em minha mente.
Assim procedi em analisar profundamente estes grupos por vários meses. Há duas noites anteriores, pedi um esclarecimeto mais objetivo e conclusivo para conseguir fechar a idéia. Ontem a noite evoquei Ramatis de forma firme e disposta e logo ao despertar fui direto ao texto anterior que escrevi sem parar para pensar.
Dalton* - Curitiba

* Dalton se formou Engenheiro Civil e complementou seus estudos com as pós-graduações Valores Humanos e Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. Andréa se formou em Biologia, fez pós-graduação em  Valores Humanos e Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia, Neurociências para Educacaodres, MBA em Gestão de Recursos Humanos e Gestão Social. (
www.consciencial.org)

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