Pular para o conteúdo principal

Maurício Santini - O fim do mundo e os mundos sem fim.


Fim do mundo é não amar a si mesmo, nem tampouco ao próximo.
Fim do mundo é ter inveja do outro porque ele foi capaz de fazer.
Fim do mundo é fugir de medo de si e culpar os outros.
Fim do mundo é não reconhecer o valor de quem te ama.
Fim do mundo é ingratidão e a não retribuição dos que te fizeram bem.
Fim do mundo é se vingar e esperar pela tão sonhada paz interior.
Fim do mundo é jamais se ligar ao Divino e desejar que as coisas caiam do céu!
Fim do mundo é buscar um fim sabendo que pode ser apenas um começo.
Fim do mundo é se inundar de loucuras insanas e esperar uma realidade saudável.
Fim do mundo é ter ciúmes e se jogar no lodo da baixa-estima.
Fim do mundo é crer que apenas um ser é a razão da tua felicidade.
Fim do mundo é negar o amor ao outro e desejar ser amado.
Fim do mundo é plantar a inimizade e querer colher frutos doces.
Fim do mundo é se pautar na estética e esquecer da alma.
Fim do mundo é desprezar a natureza e não esperar reações de fim do mundo.
Fim do mundo é crucificar Cristos, flechar Krishnas, esmagar Budas.
Fim do mundo é morrer cada dia como se fosse apenas viver o amanhã.
Fim do mundo é tratar-se mal e esperar o bem.
Fim do mundo é esquecer de Deus se achando um único deus.
Fim do mundo é não ter qualquer fim que promova começos.
Fim do mundo é decretar um fim do mundo.

Não há Fim do Mundo.
O que há são Mundos sem Fim.


Maurício Santini

Para conhecer mais sobre Maurício Santini, acesse seu Blog: www.msantini.blogspot.com.br 


Canal Sol do Everest: www.youtube.com/soldoeverest

Postagens mais visitadas deste blog

Jefferson L. Orlando: A mudança acontece de dentro para fora...

A tão esperada virada do jogo começa dentro de nós, para só assim então, colocarmos ela em prática para fora em nossas atitudes e ações.
Não existe mudança verdadeira, quando a atitude parte somente de fora.
Não se engane querendo mostrar atitudes externas que não condizem com as internas, quando o silêncio da noite chegar e no seu íntimo você acessar, no mesmo momento irá saber que tem algo ai dentro que não mudou.
Para mudar é preciso coragem, determinação, foco, objetivo, garra e principalmente a tão esperada mudança nos padrões de pensamentos.
Se acostumar com os pensamentos a que vem tendo desde criança até hoje é fácil, não precisar mudar nada e chega a ser cômodo. Sair da zona de conforto às vezes é crucial, mas quase ninguém quer sair do conforto de não precisar colocar as mãos na massa da transformação.
A zona de conforto, não é necessariamente uma área em que a pessoa esteja vivendo uma vida ótima, com um excelente emprego, uma família equilibrada, um feliz relacionamento amoroso…

Alexander Eben - Neurocirurgião que volta após o coma e se convence que há vida após a morte.

O Fantástico conta uma história do além! Um neurocirurgião americano nunca acreditou em vida após a morte até passar por uma experiência dramática. Ele entrou em coma profundo, teve visões de uma espécie de paraíso, e voltou convencido de que existe vida do outro lado. O que existe depois que a vida acaba? Para o neurocirurgião Alexander Eben, a morte sempre significou o fim de tudo. Ele entende do assunto: foi professor da escola de medicina de Harvard, nos Estados Unidos, e há mais de 25 anos estuda o cérebro. Sempre tinha uma explicação científica para os relatos dos pacientes que voltavam do coma com histórias de jornadas fora do corpo para lugares desconhecidos. Até que ele próprio vivenciou uma delas. E agora afirma: existe vida após a morte.
Era 10 de novembro de 2008. O doutor Alexander é levado às pressas para o hospital, com fortes dores de cabeça. Ao chegar lá, é imediatamente internado na UTI. Em poucas horas já estava em coma profundo. Ele havia contraído uma forma rara de me…

Dr. Rogério Brandão - Saudade é o amor que fica!

Como médico cancerologista, já calejado com longos 29 anos de atuação profissional (...) posso afirmar que cresci e modifiquei-me com os dramas vivenciados pelos meus pacientes. Não conhecemos nossa verdadeira dimensão até que, pegos pela adversidade, descobrimos que somos capazes de ir muito mais além.

Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco, onde dei meus primeiros passos como profissional... Comecei a freqüentar a enfermaria infantil e apaixonei-me pela oncopediatria. Vivenciei os dramas dos meus pacientes, crianças vítimas inocentes do câncer. Com o nascimento da minha primeira filha, comecei a me acovardar ao ver o sofrimento das crianças.

Até o dia em que um anjo passou por mim! Meu anjo veio na forma de uma criança já com 11 anos, calejada por dois longos anos de tratamentos diversos, manipulações, injeções e todos os desconfortos trazidos pelos programas de químicos e radioterapias. Mas nunca vi o pequeno anjo fraquejar. Vi-a chorar muitas vezes; também vi medo…